Show brasileiro com Rodrigo Pessoa e Rodrigo Lambre em GP, a 1.60 metro, nos EUA

Rodrigo Pessoa com Chaganus e Rodrigo Lambre com Colemana foram, respectivamente, vice e 3º em GP FEI 5*, a 1.60 metro, com U$ 384 mil em premiação, no Winter Equestrian Festival. A temporada nos EUA faz parte da preparação e observação para formação do Time Brasil nos Jogos Equestres Mundiais 2018.

A noite do sábado, 10/3, foi de chuva e boas disputas no GP 5* Douglas Elliman Real Estate , a 1.60 metro e nada menos que U$ 384 mil em jogo, na 10ª de 12 semanas do Winter Equestrian Festival, maior e mais longa competição do hipismo mundial que segue até 1 de abril, no Palm Beach International Equestrian Center, em Wellington, Flórida (EUA). Dos 40 conjuntos, seis habilitaram-se ao desempate, entre eles, dois brasileiros: o campeão olímpico Rodrigo Pessoa com Chagauns e Rodrigo Lambre apresentando Coleman.

A armação de pista foi de Alan Wade da Irlanda, escalado para idealizar os percursos dos Jogos Equestres Mundiais 2018, em Tryon (EUA), entre 11 e 23 de setembro. Antepenúltimo em pista, somente o irlandês Daniel Coyle com Cita voltou a zerar, em 42s51, resultado que lhe garantiu a vitória e a fatia de U$ 126,720 mil da premiação.

Primeiro no desempate Rodrigo Pessoa com sua nova montaria Chaganus fez o melhor tempo do desempate, 39s584 conquistando o vice no GP. Em 3º lugar chegou Rodrigo Lambre, gaúcho radicado no México, uma falta, 41s628.

“Quando largamos no começo do desempate é preciso arriscar um pouco porque ainda estavam por vir bons cavaleiros”, avaliou Rodrigo. “Tenho tido um pouco de dificuldade com o Chaganus nas combinações de vertical e oxer e sabia que seria difícil, mas não queria deixar a porta aberta”, acrescentou o brasileiro que monta Chaganus, um oldenburger de 10 anos de filho de Chacco Blue, desde o final de 2017 quando o adquiriu do brasileiro Yuri Mansur.

“Ele é um cavalo muito afiado, quer fazer o melhor, tem grande coração e muito cuidadoso nos obstáculos. A única coisa que é um pouco difícil é o fato de ser um pouco tenso e na pista fica um pouco ligeiro. Por isso, comecei nas provas baixas nessa temporada para acertar o bridão. Já há algumas semanas ele vem bem e cada vez melhor”, pontuou Rodrigo, cavaleiro brasileiro mais premiado de todos os tempos. Entre outras classificações, em 4/3, Rodrigo e Chaganus venceram o GP, a 1.50 metro, que fechou a 7ª semana do Winter Equestrian Festival.

Rodrigo Lambre também se mostrou satisfeito com sua montaria Coleman, um sela holandes filho de Kitile Horte, que o cavaleiro passou a saltar há cerca de 10 meses. “Antes ele era montado por Mario Onate, meu sócio e patrão. Meu primeiro grande resultado com o Coleman foi na Copa das Nações em Ocala(em 18/2 quando o Brasil foi prata) com um percurso limpo na 1ª volta e uma falta na 2ª”, declarou o brasileiro que está competindo pela segunda vez na temporada do Winter Equestrian Festival e com um time de cavalos de primeira linha. “Certamente eu também estou aqui de olho em uma vaga no Time Brasil para os Jogos Equestres Mundiais. Estou muito feliz com o desempenho dos meus cavalos.”

Temporada 2018

Para o hipismo mundial, o ano de 2018 tem seu ápice com os Jogos Equestres Mundiais realizados a cada quatro anos e que chegam a sua 8ª edição entre 11 e 23 de setembro, em Tryon, Carolina do Norte (EUA). O melhor resultado das equipes do Brasil na competição foram dois quartos lugares: 1994 em Haia, na Holanda e 2010 em Lexington, EUA, e na última edição na Normandia, França, o Time Brasil fechou em 5º lugar. Aos 19 anos, em 1998 na Itália, Rodrigo Pessoa foi campeão mundial. A temporada no Winter Equestrian Festival e outros GPs de 3*, 4* e 5* nos EUA e Europa no 1º semestre de 2018 são parte do processo de preparação e observação para formação para equipe brasileira nos Jogos.

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Fonte: Imprensa CBH com Equestrian Sports Productions

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