Distrito Federal proíbe provas com cavalos e causa prejuízo a criadores e competidores

Secretaria de Agricultura local estendeu proibição para realização de vaquejada a todas as competições que envolvam perseguição, laceio ou derrubada de animais; quatro eventos da raça quarto de milha já foram suspensas.

Fonte: Canal Rural

Mesmo com a emenda constitucional que definiu em 2017 a vaquejada e outras provas equestres como patrimônio cultural do Brasil, criadores e competidores vêm enfrentando problemas no Distrito Federal para realizar as competições. Em janeiro, uma decisão judicial da vara de Meio Ambiente proibiu a realização de vaquejada na região. A Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri) estendeu a proibição para todas as competições com cavalos que envolvam perseguição, laceio ou derrubada de animais.

A medida traz dificuldades a associações de criadores, realizadores e participantes de eventos. Desde janeiro, um parque da cidade já cancelou quatro eventos do cavalo quarto de milha, o que trouxe um prejuízo de ao menos R$ 400 mil à associação de criadores da raça.

Na época da decisão, o juiz da vara de Direito Ambiental do Distrito Federal, Carlos Frederico Maroja, comentou que o objetivo da ação era especificamente a vaquejada. “Para se decidir sobre rodeio, eu precisaria ver a dinâmica do rodeio, imagino que seja diferente. O que eu enfoquei foi a vaquejada”, disse.

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