Marcha da Integração terá largada com participação recorde de animais

Marcha - Crédito Fagner Almeida ABCCC

No próximo sábado, 30 de junho, será dada a largada para a edição de 2018 da Marcha da Integração, promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Neste ano, a modalidade, considerada um dos pilares de seleção da raça, juntamente com o Freio de Ouro e Morfologia, será realizada em Aceguá (RS), com participação recorde de animais, chegando a 64 exemplares em competição.

Marcha - Crédito Fagner Almeida ABCCC
Marcha – Crédito Fagner Almeida ABCCC

Durante 15 dias, os conjuntos vão percorrer um total de 750 quilômetros apenas a base de pasto e água. Os animais participantes estão em concentração desde o último dia 30 de maio na Estância Santa Leontina, no município da Metade Sul do Rio Grande do Sul. “Será a maior Marcha de todos os tempos, com 64 animais que estiveram na concentração. Inclusive esse ano a nossa competição será maior que a prova oficial do Uruguai, onde a Marcha lá é muito forte”, destaca o presidente da ABCCC, Eduardo Suñe, acrescentando que nove exemplares vieram do país vizinho para a Marcha da Integração.

Para o presidente, esta é a prova de que este é um dos pilares mais importantes da raça Crioula, onde se avalia resistência, rusticidade e poder de recuperação. “Temos que agradecer a todos os proprietários que inscreveram seus animais e também parabenizar nossa comissão de Marcha que vem fazendo um excelente trabalho. Os organizadores não  mediram esforços para que Aceguá marcasse sua história em fazer a maior Marcha de todos os tempos”, observa Suñe.

A concentração tem por objetivo equiparar o preparo de cada animal e que todos tenham as mesmas condições na hora da largada. Durante o período de 15 dias os conjuntos participantes da Marcha de Integração, promovida pela ABCCC, percorrerão 750 quilômetros divididos em 15 etapas. No percurso, são acompanhados por membros de uma comissão veterinária e supervisão técnica.

Inspirada nas lidas campeiras das estâncias, quando os cavalos trabalhavam até 15 dias consecutivos e percorriam, em média, 50 quilômetros diários, a Marcha da Resistência é uma prova que visa avaliar a rusticidade, resistência e capacidade de recuperação do Cavalo Crioulo. Criada em 1971, é a disputa funcional mais antiga da entidade.

Foto: Fagner Almeida/ABCCC/Divulgação

Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

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